Prazer em conhecer, Agenor

Agenor era, antes de tudo, um forte. Não confunda com as referências feitas por Euclides da Cunha. Era sim, um sertanejo matuto e sabido, detentor de conhecimentos práticos e empíricos. Pertencente a uma família de iguais predicados, tudo na mesma linha dos heróis citados pelo autor de Os Sertões. Era forte no sentido lógico daContinuar lendo “Prazer em conhecer, Agenor”

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Bendita seja a narrativa, a palavra

Os tempos de polarização, acirrados imbróglios políticos, as tensões pandêmicas nos trouxeram uma CPI, a da COVID, mais visível, discutida e questionada que as demais, tal CPI nos evidenciou um termo comum usado ora lá, ora cá, o termo “narrativa”. Tristemente colocado em contextos nada gloriosos, diferentemente da linha histórica do vocábulo. Narrativa, somente paraContinuar lendo “Bendita seja a narrativa, a palavra”